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1.2.12

Clareando a vista.

Eu ando com os pés no chão e a cabeça nas nuvens, no equilíbrio da corda bamba.

Descobri que respeito mútuo é luxo, o que deveria ser de graça nós temos que pagar. O fim da ignorância é utopia, desvio daqui, escapo de lá, mas as vezes ela me acerta e eu perco as papas na língua.

Quem planta amor nem sempre recebe o bem, e receber um pouco do bem é bem melhor que não receber nada. A maioria se contenta com a mixaria.

Quanto mais eu vejo, mais sei que é preciso ser a diferença. Agradeço meus valores, meu cárater e minha educação.

Eu tento não trocar os pés pelas mãos, porque aí fica muito mais difícil de me equilibrar. E sei que posso transformar o mundo, mesmo com mãos tão pequenas.

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