Despedidas são as coisas mais tristes e mais bonitas que se pode oferecer a alguém.
A oportunidade de dizer o que se quer, qualquer coisa, sem o medo inerente que prende frases em nossa cabeça, onde vamos revisar cada palavra de um texto nunca dito, dia após dia com a cabeça encostada no travesseiro, no vidro ou em qualquer outro plano.
As vezes é tão intensa essa vontade de falar, que vira uma necessidade, e se não lhe é possível desprendê-las de si, as palavras se precipitam em pequenas gotículas que formam uma poça d’água na roupa, no lençol ou em qualquer outro pano.
Tem gente que não tem oportunidade, e num susto a vida leva a pessoa pra longe, pra sempre, pra outros lares, outros bares, outros braços, outros abraços, ou até pra lugar nenhum. E aquilo tudo permanece guardado muitos anos onde está, até que você descubra uma forma de exteriorizar e sentir que foi dito o que não foi proferido.
Outras vezes você tem oportunidade e não usa e fica o gosto amargo não só da despedida, mas do arrependimento, preso, escondido, guardado, que pode ou não ter o mesmo fim da primeira situação.
Talvez você até tenha a oportunidade e até consiga aproveitá-la, mas sempre fica a sensação de nunca ter dito ou feito o suficiente. E sempre fica também o alívio de pelo menos ter feito.
Por isso eu peço mentalmente pra quem está ou já passou na minha vida que não suma, não fuja, não vá embora sem simplesmente se despedir.
Porque a vida passa, e uma hora você sente falta e só vão sobrar duas coisas:
A vontade de fazer ou falar e você ali, sonhando de olhos abertos, querendo falar tchau
21.7.11
Diminuto.
18.7.11
Começar com amor é a melhor forma de começar.
Em cada gesto, em cada carinho, em cada palavra, e até em cada briga, você me faz querer ser alguém melhor. Aprecio não só o amor, mas todos os passos na direção certa e cada coisa que eu aperfeiçoei graças a você.
Meu amor é minha forma de agradecer.
Cultivo seu amor pra colher meus sorrisos, e consequentemente os seus.
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